A vida passa, os anos passam, e em todas as viradas de ano acho que é irresistível fazer algum projeto, alguma promessa. Como em outros anos, fiz uma cartinha para mim mesma, que selei e anexei à página final da minha agenda, para ser aberta só em 2014. Algumas promessas e alguns desejos eu sei de cor, de outros, já até me esqueci.
Mas um projeto em particular eu não conseguiria esquecer, se tentasse. É que decidi que, mesmo sem uma editora para me apoiar, vou lançar meu primeiro livro "A fantástica História do Mundo de Bhardo" nesse ano. A chegada da Amazon no Brasil e as atuais editoras sob demanda me ajudaram a criar coragem, porque, embora eu tenha contactado várias editoras ao longo dos últimos três anos, a maioria não me deu retorno, várias retornaram informando que não estão recebendo novos originais para avaliação, e, das pouquíssimas que receberam, não tive respostas positivas.
Então, em setemro, uma editora me retornou informando que tinha interesse na publicação, me mandou até o contrato e tal, mas a editora queria que eu fragmentasse a história, de 340 páginas, em 2 ou 3 partes, o que seria muito complicado, já que envolve criar novos climax, reduzir conteúdo, reorganizar tudo o que já está feito, e acredito que a história não ficaria boa. Acabei enviando um outro original para que eles avaliassem, mas já faz um bom tempo e não recebi nenhuma resposta, desanimei.
É por isso e pela minha falta de contatos com pessoas de editoras, e também por uma certa timidez e relutância em procurá-las e ouvir mais negativas, que estou preparando o que posso para fazer minha própria edição. No momento, estou revisando, pela enésima vez, todo o texto, para então mandá-lo para os dois locais que mencionei. Também vou criar um blog, apesar de que não tenho muitas manhas para coisas diferentes nos blogs, preciso fazer uma capa e algumas ilustrações. Se alguém tiver alguma sugestão, será muito bem vinda!
Boa noite!
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6 de jan. de 2013
9 de mai. de 2012
Buracos no jardim
Olá!
Minha postagem de hoje é, na verdade, um pedido de colaboração. Há algum tempo venho notando o aparecimento de buracos misteriosos no meu jardim. Eles são sempre bem redondinhos, com uns 2 cm de diâmetro, e são bem profundos — medi a profundidade do último, ele ia retinho por 30 cm antes de fazer uma curva, ou desaparecer dentro da terra, não sei. O curioso é que, em volta desses buracos, a grama fica sempre bem mais baixa e seca, como se tivesse sido comida ou queimada.
Achei que poderia ser aquele famoso "minhocão" (não sei qual é o nome certo desse bicho): uma espécie de cobra, meio minhoca, meio verme, que tem uns 30 cm e mora dentro da terra. Mas, aparentemente, essa minhoca não come grama, daí o mistério.
Se alguém tiver uma dica do que pode estar causando esses buracos, mate minha curiosidade, por favor!!!
Minha postagem de hoje é, na verdade, um pedido de colaboração. Há algum tempo venho notando o aparecimento de buracos misteriosos no meu jardim. Eles são sempre bem redondinhos, com uns 2 cm de diâmetro, e são bem profundos — medi a profundidade do último, ele ia retinho por 30 cm antes de fazer uma curva, ou desaparecer dentro da terra, não sei. O curioso é que, em volta desses buracos, a grama fica sempre bem mais baixa e seca, como se tivesse sido comida ou queimada.
Achei que poderia ser aquele famoso "minhocão" (não sei qual é o nome certo desse bicho): uma espécie de cobra, meio minhoca, meio verme, que tem uns 30 cm e mora dentro da terra. Mas, aparentemente, essa minhoca não come grama, daí o mistério.
Se alguém tiver uma dica do que pode estar causando esses buracos, mate minha curiosidade, por favor!!!
9 de abr. de 2012
Aranhas do Jardim
Mais uma vez volto aqui pra postar alguns dos insetos que encontrei no meu jardim. Essa aranha apareceu na mureta da lavanderia, e pode ter certeza, me deu um bom susto! É porque essa tarântula de jardim tinha nada menos do que uns 6 ou 7 cm de diâmetro!
Infelismente, foi uma pena. Essa aranha teve um destino trágico... Acontece que ela entrou dentro de casa, dias depois ( se não foi ela foi uma parente muito próxima e do mesmo tamanho). Trazia um ovo enorme na trazeira. Pelo que li, essas aranhas depositam seus ovos em algum canto escuro e, quando os filhotes nascem, eles sobem nas costas dela - e são muitos filhotes. Bom, não é nada bonito ver uma aranha enorme dessas com uma bolsa maior ainda entrando na sua casa no meio de um filme de suspense, quando todas as luzes estão apagadas... Nesse dia descobri que meu marido tem um certo temor a aranhas. Ele matou e, dias depois, apareceu com um dedetizador para o jardim.
Sinceramente, eu não me importo muito com os insetos, só que estava ficando demais. Partes do meu canteiro de flores estavam afundando com um formigueiro de uns 3 metros que eu não conseguia mais controlar, e as aranhas... Bom, depois de 20 dias com dores em janeiro por causa da picada de uma, fui picada outra vez em março nos dois pés, só que dessa vez, pelo menos, tomei uma série de remédios pra impedir que a dor me paralisasse. Não podia nem mais caminhar na grama sem calça jeans e um par de botas...
Depois descobri que essa aranha acima, muito abundante no meu jardim e tida como inofensiva, na verdade tem veneno sim, mas muito leve, que não costuma causar problemas. Mas, como eu sou alérgica a uma porção de coisas, é bem possível que os inchaços que tive tenham vindo desse aracnídeo...
É pena... É um bicho muito interessante...
21 de mar. de 2012
Borboletas no jardim
Olá! Após as publicações de "Chapeuzinho Vermini" vou dar uma pausa na postagem de quadrinhos, até porque tenho bem pouco material além dessa história.
Hoje estou publicando as fotos de mais um dos insetos que apareceram no meu jardim. Esse foi uma bela e agradável surpresa.
Não tirei foto da lagarta que estava na parede pela manhã. Era amarela com anéis pretos, e parecia de nrinquedo. Quando cheguei em casa para almoçar ela já tinha se transformado nesse casulo verdinho. Conforme eu me mexia, esses pontinhos amarelos brilhavam ou sumiam, refletindo a luz do sol. No final, virou essa borboleta:
Ela voou no meu quintal só alguns minutos, e logo se foi, procurando outras flores.
Hoje estou publicando as fotos de mais um dos insetos que apareceram no meu jardim. Esse foi uma bela e agradável surpresa.
Não tirei foto da lagarta que estava na parede pela manhã. Era amarela com anéis pretos, e parecia de nrinquedo. Quando cheguei em casa para almoçar ela já tinha se transformado nesse casulo verdinho. Conforme eu me mexia, esses pontinhos amarelos brilhavam ou sumiam, refletindo a luz do sol. No final, virou essa borboleta:
Ela voou no meu quintal só alguns minutos, e logo se foi, procurando outras flores.
9 de fev. de 2012
Saindo um pouquinho das postagens normais, há poucos meses me mudei para a casa onde vivo hoje. Agora tenho um quintal razoável, com respeitáveis 57 m2 de grama instalada (um pouquinho menos, já que tirei algumas para plantar umas mudas.
Deslumbrada com tamanho espaço, eu não esperei muito tempo, e além da grama já coloquei algumas plantas floridas e abri uma pequena horta com alface e cebolinha, que não sei se vai vingar. No entanto, tal é minha inesperiência, que toda vez que vou mexer com as plantas gosto de ir de chinelos, ficar descalça às vezes, sentir a grama nos pés.
Pois bem, sou alérgica à uma quantidade de insetos, mas seja lá o que foi que me picou na terça feira passada, dia 31 de janeiro, não foi nada que eu conhecesse. Porque meu tornozelo e pé incharam duma tal maneira que precisei de carona para ir ao trabalho, pois não conseguia dirigir de jeito nenhum.
O pé desinchou só no domingo, mas hoje, quinta feira, dez dias depois, ainda estou com a sensação de que tenho um hematoma monstro no lugar da picada. O roxo que ficou por dias já desapareceu, mas, acreditem, ainda coça.
Só passei no médico na segunda feira depois de ver umas fotos mostrando necrose de membros depois de picadas de aranha. Pasmem, pode acontecer mesmo, mas a aranha tem que ser dessas bem "brabas". Segundo o médico que me atendeu, provavelmente a picada que eu levei deve ter sido de aranha e não de mosquito borrachudo, como eu achei no começo. Mas, como nem ele pode saber ao certo, pode ter sido de uma infinidade de insetos dentre os que moram no meu quintal.
"Inspirada" por esse fato, decidi registrar os insetos que vivem no meu jardim / quintal e que, ocasionalmente, aparecem na minha casa. Começando, claro, por uma aranha.
Não adianta perguntar, não sei nada sobre aranhas, que espécie são, que tipo de veneno têm, qual sua importância na natureza... Até gostaria de saber, mas não sei...
Essa pequenininha estava entrando no armário da cozinha ontem à noite. Joguei ela no chão e fotografei, mas tava difícil, ela não parava de andar tentando atacar a máquina. Ainda bem que tinha menos que 1 cm. Imagine se fosse grande...
(As fotos estão meio escuras, tirei sem flash e não corrigi porque estou com problemas técnicos de photoshop com o meu computador, a instalação tá com problemas. Mas logo, logo, resolvo isso.) PS.: Dei uma ajeitada nas fotos hoje, sábado, acho que dá pra ver melhor...
(As fotos estão meio escuras, tirei sem flash e não corrigi porque estou com problemas técnicos de photoshop com o meu computador, a instalação tá com problemas. Mas logo, logo, resolvo isso.) PS.: Dei uma ajeitada nas fotos hoje, sábado, acho que dá pra ver melhor...
10 de jan. de 2012
26 de nov. de 2010
Hipnagogia
Hipnagogia, um termo que vem do grego hipnos (sono) + agogós ( que conduz) ou estado hipnagógico, é um estado alterado de consciência entre a vigília física e o sono natural, portanto é um estado de transição. Ele pode tanto não ser percebido pelo indivíduo como pode ser percebido por breves instantes ou até prolongadamente. É favorável aos primeiros sinais de estar "saindo do corpo", como a sensação de balonamento ou de leve queda ou leves abalos, enquanto está deitado, aguardando o sono natural. É um estado de consciência favorável para o indivíduo realizar projeções conscientes antes de se cair no sono natural.
Disponível em: CONSCIÊNCIA LÚCIDA: Videoglossário da Conscienciologia - Tema: Hipnagogia
Já as alucinações hipnopômpicas ocorrem nos momentos antes do despertar, e muitas vezes as imagens podem persistir por alguns intantes depois da pessoa despertar.
Vale ressaltar que as duas espécies de alucinações aqui descritas são corriqueiras e acontecem com qualquer pessoa em estado normal, ou seja, sem ter consumido bebidas ou outras substâncias.
Há referências de que o pintor surrealista Salvador Dali usava a hipnagogia como método de criação. Ao sentir sono, ele se sentava numa poltrona com uma chave na mão. No chão, logo abaixo da mão que segurava a chave, ficava um prato. Dalí procurava se manter naquele estado de consciência da fronteira entre a vigília e o sono, no qual as barreiras da lógica são frouxas e começamos a viver uma espécie de delírio cheio de imagens bizarras. Se adormecesse, a chave na sua mão cairia no prato fazendo o acordar. Imediatamente ele tratava de desenhar as imagens que tinha vislumbrado no estado hipnagógico. Assim, Dalí criou muitas de suas telas.
Fonte: http://www.dreamershell.net/forum/viewtopic.php?f=3&t=26
Por muito tempo procurei um nome para essas tais alucinações, que foram e continuam sendo frequentes nas minhas noites de sono. Agora finalmente encontrei um nome pra isso, e fiquei bem entusiasmada com o fato desse estado "ante-sono" ser parte importante do surrealismo.
Disponível em: CONSCIÊNCIA LÚCIDA: Videoglossário da Conscienciologia - Tema: Hipnagogia
Já as alucinações hipnopômpicas ocorrem nos momentos antes do despertar, e muitas vezes as imagens podem persistir por alguns intantes depois da pessoa despertar.
Vale ressaltar que as duas espécies de alucinações aqui descritas são corriqueiras e acontecem com qualquer pessoa em estado normal, ou seja, sem ter consumido bebidas ou outras substâncias.
Há referências de que o pintor surrealista Salvador Dali usava a hipnagogia como método de criação. Ao sentir sono, ele se sentava numa poltrona com uma chave na mão. No chão, logo abaixo da mão que segurava a chave, ficava um prato. Dalí procurava se manter naquele estado de consciência da fronteira entre a vigília e o sono, no qual as barreiras da lógica são frouxas e começamos a viver uma espécie de delírio cheio de imagens bizarras. Se adormecesse, a chave na sua mão cairia no prato fazendo o acordar. Imediatamente ele tratava de desenhar as imagens que tinha vislumbrado no estado hipnagógico. Assim, Dalí criou muitas de suas telas.
Fonte: http://www.dreamershell.net/forum/viewtopic.php?f=3&t=26
Por muito tempo procurei um nome para essas tais alucinações, que foram e continuam sendo frequentes nas minhas noites de sono. Agora finalmente encontrei um nome pra isso, e fiquei bem entusiasmada com o fato desse estado "ante-sono" ser parte importante do surrealismo.
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